Tal como o nome indica serve para recolher toda a informação do documento para a saída (ou impressão).O que recolhe é as fontes, caso existam, as imagens e o próprio documento. O Quark já faz a separação destes elementos por pastas; o FreeHand coloca tudo dentro da mesma pasta e se quisermos temos de ser nós a ter o trabalho de o colocar em pastas separadas.
Esta hipótese que os programas nos dão de recolher toda a informação é excelente por várias razões.
1. Quando o trabalho vai para a gráfica temos a garantia que não irá faltar nenhuma imagem.
2. Ao fazermos o Collect sem fontes no documento, podemos confirmar se aparece alguma fonte na pasta, o que significa que nos falhou alguma caixa de texto.
3. Ao passarmos o trabalho duns computadores para os outros, podemos utilizar as fontes que estão no Collect, garantindo assim que estamos a utilizar exactamente as mesmas fontes e não outras com o nome parecido, ou estragadas.
4. Ao arquivarmos um trabalho com esta informação toda, quando o formos buscar mais tarde, não nos faltará informação nenhuma.
5. Todas as outras que possam imaginar.
quinta-feira, março 31, 2005
quarta-feira, março 30, 2005
Converter para curvas texto em Paste Inside
Se fizermos um Select All e Convert to Paths, o texto que se encontra dentro de Paste's Inside mantém-se em texto. Para se converter todo o texto de um documento para curvas, sem termos de confirmar se há texto dentro de caixas, é melhor ir ao Find & Replace Graphics com o comando Maçã+Alt+E ou com o Menu Edit -> Find & Replace -> Graphics, seleccionar o TAB Select, no Attribute colocar Font e não esquecer deixar o Search com Document. Ao fazer o Find com Any Font todos os textos no documento, incluindo caixas fora de páginas e vazias ficam seleccionadas. Depois é só proceder ao Convert to Paths.
segunda-feira, março 28, 2005
Fill numa selecçao no Photoshop
Para se fazer um Fill duma cor a uma seleccção no Phtoshop pode-se fazer:
Para a cor que está no background -> Maçã + Backspace
Para a cor que está no Foreground -> Alt + Backspace
Para abrir a janela de diálogo onde se pode escolher a cor ou a pattern -> Shift + Backspace
Para a cor que está no background -> Maçã + Backspace
Para a cor que está no Foreground -> Alt + Backspace
Para abrir a janela de diálogo onde se pode escolher a cor ou a pattern -> Shift + Backspace
segunda-feira, março 14, 2005
Instance
Ao retirarmos um objecto da Library para dentro do documento, ele não se comporta nem como objecto, nem como imagem, mas sim como Instance (exemplo). Para podermos usar esse Instance como objecto, temos de ir ao Menu Modify -> Symbol -> Release Instance.
segunda-feira, março 07, 2005
Master Pages no Freehand
Fazer uma Master Page.
Na Janela Document no mesmo local onde tem o Add Pages também há 2 opções para Master Pages, uma é o New, a outra o Convert To. Ao fazer uma nova aparece-nos a página sozinha, à semelhança de outros programas, nessa página podemos colocar o que quisermos, tal como guias e elementos constantes em todas as páginas. Faz-se um save e fecha-se a janela. No Convert To, é guardada como página Master a página visualizada com tudo o que tiver incluído. Mas neste save ficámos só com o documento gravado, este documento fica com a sua Master Page, para a podermos utilizar noutro documento ainda temos de fazer mais alguns passos.
Gravar uma Master Page.
Depois de termos feito a Master Page e lhe termos dado um nome, abrimos a Library do Menu Window, na Library aparece a Master Page que fizémos na Janela Document. Seleccionamos o ícone, e na seta em cima à direita fazemos um export e gravamos onde nos der jeito.
Importar uma Master Page.
Num documento novo abrimos a Library, e na seta em cima à direita seleccionamos import e vamos buscar o documento que guardámos.
Na Janela Document no mesmo local onde tem o Add Pages também há 2 opções para Master Pages, uma é o New, a outra o Convert To. Ao fazer uma nova aparece-nos a página sozinha, à semelhança de outros programas, nessa página podemos colocar o que quisermos, tal como guias e elementos constantes em todas as páginas. Faz-se um save e fecha-se a janela. No Convert To, é guardada como página Master a página visualizada com tudo o que tiver incluído. Mas neste save ficámos só com o documento gravado, este documento fica com a sua Master Page, para a podermos utilizar noutro documento ainda temos de fazer mais alguns passos.
Gravar uma Master Page.
Depois de termos feito a Master Page e lhe termos dado um nome, abrimos a Library do Menu Window, na Library aparece a Master Page que fizémos na Janela Document. Seleccionamos o ícone, e na seta em cima à direita fazemos um export e gravamos onde nos der jeito.
Importar uma Master Page.
Num documento novo abrimos a Library, e na seta em cima à direita seleccionamos import e vamos buscar o documento que guardámos.
Round Corners
Há alguma maneira de fazer um Round Corner numa Path aberta no FreeHand? Antigamente era possível importar os filtros do Illustrator. Isso ainda é possível?
segunda-feira, fevereiro 28, 2005
FreeHand Defaults
É um Stationary Pad. Serve para termos as nossas definições de documento por defeito. Quando instalamos o FreeHand, este vem com um FreeHand Defaults situado na pasta English, não podemos alterar este documento, só gravar por cima. O Freehand Defaults que vem por defeito na instalação do programa, pode não ter as nossas definições preferidas. Estas definições são aquelas que aparecem sempre que abrimos um documento novo, como por exemplo: Formato da página, localização da página dentro do PasteBoard, Rulers activos ou não, as Guides estarem acima ou abaixo do Foreground nos Layers, enfim tudo o que se queira. Para isso abre-se um documento novo no FreeHand, fazem-se todas as alterações que quisermos e gravamos o documento com o nome FreeHand Defaults na pasta English, gravando por cima do já existente.
Soft-hifen
O soft-hífen é um hífen que apenas aparece no fim da frase, quando é necessário. Se a caixa de texto mudar de tamanho e a palavra que contém o soft-hífen deixar de precisar de ser cortada, o hífen desaparece automaticamente. Se a caixa de texto voltar a mudar de tamanho e a palavra voltar a precisar de ser cortada, o hífen volta a aparecer. Isto é também útil para poder definir onde a palavra vai ser cortada, se esta necessitar de ser cortada. Sei que muita gente evita a hifenização porque gosta de ver as palavras simplesmente justificadas, mas em colunas muito estreitas, justificação total sem hifenização pode criar manchas de texto muito feias (com espacejamentos exajerados).
Mas tanto falei do soft-hífen e ainda nem disse como se faz. Basta premir Command e "-" (a tecla do hífen). No PC, creio que seja Ctrl e "-" mas não tenho como testar.
Onde funciona isto? No FreeHand e em quase todas as aplicações de dão para introduzir texto, como o Word, QuarkXpress, inDesign, etc. Infelizmente, não dá para o fazer no Photoshop :-(
Uma GRANDE utilidade deste sistema é que permite compor o texto no Word, definindo logo onde queremos partir as palavras, se necessário for. Quando exportamos o texto para o FreeHand, por exemplo, em RTF, a informação dos soft-hífens mantém-se. Se fossem hífens normais e se a caixa de texto mudasse de tamanho, podiamos acabar com palavras hifenizadas no meio de uma frase, como infelizmente se vê em tantas revistas nacionais :-(
Rui Batista
Mas tanto falei do soft-hífen e ainda nem disse como se faz. Basta premir Command e "-" (a tecla do hífen). No PC, creio que seja Ctrl e "-" mas não tenho como testar.
Onde funciona isto? No FreeHand e em quase todas as aplicações de dão para introduzir texto, como o Word, QuarkXpress, inDesign, etc. Infelizmente, não dá para o fazer no Photoshop :-(
Uma GRANDE utilidade deste sistema é que permite compor o texto no Word, definindo logo onde queremos partir as palavras, se necessário for. Quando exportamos o texto para o FreeHand, por exemplo, em RTF, a informação dos soft-hífens mantém-se. Se fossem hífens normais e se a caixa de texto mudasse de tamanho, podiamos acabar com palavras hifenizadas no meio de uma frase, como infelizmente se vê em tantas revistas nacionais :-(
Rui Batista
sexta-feira, fevereiro 25, 2005
Force Return
Faz-se com as teclas Shift Return. Serve para passar uma linha para baixo sem perder as definições de parágrafo. A linha comporta-se, não como um novo parágrafo, mas como uma passagem forçada da linha para baixo, dentro do mesmo parágrafo. É muito útil, quando temos de alinhar o início da linha de baixo a um Tab.
quinta-feira, fevereiro 24, 2005
Forçar o preview no FreeHand
Por vezes, quando arrastamos vários objectos agrupados, blends com muitos passos ou qualquer objecto mais complexo, apenas vemos um rectângulo ou uma versão muito primária do preview. Para forçar um preview mais completo, premir (e soltar logo a seguir) a tecla Alt enquanto estamos a arrastar esses elementos. (por vezes é preciso esperar um pouquinho, enquanto o FreeHand constroi o preview).
Rui Batista
Rui Batista
Ragged Width e Flush Zone (Os ... no Inspector de texto do Freehand)
Ragged With é a largura da caixa de texto. Quando colocamos o valor de 0 o texto comporta-se normalmente, quando colocamos o valor de 100 o texto expande-se todo à largura da caixa, só funciona quando o texto não está justificado. Funciona parágrafo a parágrafo se se quiser. A escala é de 0 a 100, em que 0 é o limite esquerdo da caixa de texto (quando o fim do parágrafo ultrapassa o limite esquerdo, não sofre alterações) e o 100 é o limite direito da caixa de texto. Se o texto estiver centrado o 0 encontra-se no centro da caixa, se pusermos o valor de 75 o texto passa a ocupar 75% da largura da caixa, com o texto centrado.
A Flush Zone, comporta-se de maneira oposta e para texto justificado, só mexe na última linha do parágrafo. A escala também é de 0 a 100, mas quando temos o valor de 100 a última linha do parágrafo fica o mais à esquerda possível e quando temos o 0 o texto vai até ao fim da caixa. Se se tiver o valor de 50 e a última linha do parágrafo estiver para a direita do centro da caixa (50%) vai até ao fim da caixa de texto (Full Justification). Enquanto a Ragged Width tem como defeito o 0, a Flush Zone tem como defeito o 75, o que significa que se se quiser que o texto nunca faça o Full Justification temos sempre de ir lá manualmente colocar o 100, para todas as caixas de texto, ou então guardar a alteração no FreeHand Defaults.
A Flush Zone, comporta-se de maneira oposta e para texto justificado, só mexe na última linha do parágrafo. A escala também é de 0 a 100, mas quando temos o valor de 100 a última linha do parágrafo fica o mais à esquerda possível e quando temos o 0 o texto vai até ao fim da caixa. Se se tiver o valor de 50 e a última linha do parágrafo estiver para a direita do centro da caixa (50%) vai até ao fim da caixa de texto (Full Justification). Enquanto a Ragged Width tem como defeito o 0, a Flush Zone tem como defeito o 75, o que significa que se se quiser que o texto nunca faça o Full Justification temos sempre de ir lá manualmente colocar o 100, para todas as caixas de texto, ou então guardar a alteração no FreeHand Defaults.
quarta-feira, fevereiro 23, 2005
Seleccionar objectos escondidos no FreeHand
Se tivermos objectos que estão por trás de outros objectos, manter premidas as teclas Ctrl+Alt e clicar no local onde os vários objectos se encontram sobrepostos. Com cada "click" os objectos mais ao fundo vão sendo seleccionados. Uma vez seleccionado o último, o ciclo repete-se desde o primeiro (o que está mais à frente).
Rui Batista
Rui Batista
Imagens em Off the PasteBoard
Se tivermos uma imagem grande em Paste Inside dentro de uma caixa pequena, e movermos a caixa para a orla do PasteBoard, a imagem desaparece, mas está lá. Para visualizá-la, a imagem total tem de estar quase toda dentro do PasteBoard.
Seleccionar um Group dentro dum Paste Inside
Com a tecla Alt premida, seleccionar um elemento que esteja dentro do Paste Inside. Depois premir Ctrl < (a tecla que está ao lado do Shift da esquerda do teclado), vai aparecer seleccionado o Group. Se tivermos Groups dentro de Groups, basta continuar a fazer o mesmo comando que o Freehand vai continuando a seleccionar os Groups acima, passando por fim à caixa que tem o Paste Inside.
terça-feira, fevereiro 22, 2005
segunda-feira, fevereiro 21, 2005
Unsharp Mask (parte 2) - Diminuir imagens com mais qualidade
Para verificarem uma característica do Unsharp Mask, façam a seguinte experiência:
Abram uma imagem relativamente grande. Não me refiro simplesmente ao peso do ficheiro mas à dimensões reais (altura e largura). Quanto maior melhor pois assim veem melhor o efeito. E, quanto mais pormenor tiver a imagem, melhor.
Agora vão ao Image Size e diminuam-na para, por exemplo, um décimo do seu tamanho.
Gravem com outro nome. Tomem nota das dimensões.
Abram de novo o original.
Agora façam o seguinte... façam um Unsharp Mask de, por exemplo 25%, 1.0 e 0 (zero).
Apliquem de novo.
Agora diminuam a imagem (Image Size) para 50% do tamanho original.
Apliquem o Unsharp Mask mais duas vezes.
Diminuam a imagem para 50% do tamanho que tem (vai agora a 25% do tamanho original).
Apliquem o Unsharp Mask mais duas vezes.
Diminuam a imagem para o tamanho que tomaram nota (10% do tamanho original).
Apliquem (se acharem necessário) o Unsharp Mask mais uma vez.
Agora abram a imagem que gravaram e coloquem lado a lado.
Comparem!!
Que tal? Acho que vão passar a utilizar este método... ;-)
Rui Batista
Abram uma imagem relativamente grande. Não me refiro simplesmente ao peso do ficheiro mas à dimensões reais (altura e largura). Quanto maior melhor pois assim veem melhor o efeito. E, quanto mais pormenor tiver a imagem, melhor.
Agora vão ao Image Size e diminuam-na para, por exemplo, um décimo do seu tamanho.
Gravem com outro nome. Tomem nota das dimensões.
Abram de novo o original.
Agora façam o seguinte... façam um Unsharp Mask de, por exemplo 25%, 1.0 e 0 (zero).
Apliquem de novo.
Agora diminuam a imagem (Image Size) para 50% do tamanho original.
Apliquem o Unsharp Mask mais duas vezes.
Diminuam a imagem para 50% do tamanho que tem (vai agora a 25% do tamanho original).
Apliquem o Unsharp Mask mais duas vezes.
Diminuam a imagem para o tamanho que tomaram nota (10% do tamanho original).
Apliquem (se acharem necessário) o Unsharp Mask mais uma vez.
Agora abram a imagem que gravaram e coloquem lado a lado.
Comparem!!
Que tal? Acho que vão passar a utilizar este método... ;-)
Rui Batista
Unsharp Mask (parte 1)
O Sharpen é um aliado precioso, mas deve ser usado com conta, peso e medida. Por exemplo, NUNCA se deve usar o Sharpen e, raras vezes, o Sharpen Edges. São "overkill" e têm poucos controlos de manipulação. O nosso grande amigo é o Unsharp Mask. É estranho que um filtro com o nome Unsharp Mask sirva para fazer Sharpen, não é? Bem, para perceber porque se chama assim e como funciona, aqui vai um pouco de background histórico. Na indústria cinematográfica, quando se queria tornar uma película mais nítida (estou a falar da época em que era tudo óptico... nada destas modernices digitais) o que se fazia era o seguinte.
Fazia-se uma prova negativa de contacto da película original mas o contacto não era mesmo contacto... separavam-se ambas por uma folha de vidro, de modo que a prova negativa ficava ligeiramente desfocada (Unsharped). Depois, da junção destes dois filmes, o positivo e o negativo desfocado, criava-se uma máscara que iria ser usada para imprimir um novo
positivo em película mais contrastada. Ora a máscara era mais negra nas zonas que eram mais semelhantes entre si e mais clara nas zonas que diferiam mais, que eram precisamente as zonas que precisavam de ser tornadas mais nítidas. Portanto, uma máscara gerada por uma versão desfocada da imagem ajudava a definir que zonas precisavam de sharpness. Agora já se começa a perceber tudo, não é?
Pois bem, no diálogo de Unsharp Mask, o Amount é a força com que se aplica o argoritmo de nitidez (que apenas contraste cores adjacentes). O Radius é o tamanho do desfoque, tal como o Radius do Gaussian Blur. O Threshold é o limite que define quão diferentes entre si têm de ser os valores da imagem original e os da imagem desfocada para que se aplique o algoritmo de nitidez. Se a diferença for, pelo menos, o valor de Threshold, aplica-se o algoritmo. Senão, não se aplica. Por isso, um Threshold de zero, aplica o algoritmo à imagem toda!!
Mas isto não acaba aqui... queriam?!?
Experimentem fazer um Unsharp Mask de 300% a uma imagem. Gravem o resultado com outro nome. Voltem ao original e apliquem um Unsharp Mask de 25%, 12 vezes (25x12=300). Abram a primeira imagem e comparem... a segunda está bem melhor, não? E porquê? Eu disse que o algoritmo de nitidez opera aumentando o contraste cromático entre os pixels. Ora, se a intensidade deste contraste for muito alta, a imagem original sofre grandes alterações logo de uma vez, perdendo-se muita informação. Se a intensidade do contraste for aumentando gradualmente, a operação vai sendo efectuada baseada em informação muito mais discreta, logo não se perde tanta informação ao longo do processo.
Rui Batista
Fazia-se uma prova negativa de contacto da película original mas o contacto não era mesmo contacto... separavam-se ambas por uma folha de vidro, de modo que a prova negativa ficava ligeiramente desfocada (Unsharped). Depois, da junção destes dois filmes, o positivo e o negativo desfocado, criava-se uma máscara que iria ser usada para imprimir um novo
positivo em película mais contrastada. Ora a máscara era mais negra nas zonas que eram mais semelhantes entre si e mais clara nas zonas que diferiam mais, que eram precisamente as zonas que precisavam de ser tornadas mais nítidas. Portanto, uma máscara gerada por uma versão desfocada da imagem ajudava a definir que zonas precisavam de sharpness. Agora já se começa a perceber tudo, não é?
Pois bem, no diálogo de Unsharp Mask, o Amount é a força com que se aplica o argoritmo de nitidez (que apenas contraste cores adjacentes). O Radius é o tamanho do desfoque, tal como o Radius do Gaussian Blur. O Threshold é o limite que define quão diferentes entre si têm de ser os valores da imagem original e os da imagem desfocada para que se aplique o algoritmo de nitidez. Se a diferença for, pelo menos, o valor de Threshold, aplica-se o algoritmo. Senão, não se aplica. Por isso, um Threshold de zero, aplica o algoritmo à imagem toda!!
Mas isto não acaba aqui... queriam?!?
Experimentem fazer um Unsharp Mask de 300% a uma imagem. Gravem o resultado com outro nome. Voltem ao original e apliquem um Unsharp Mask de 25%, 12 vezes (25x12=300). Abram a primeira imagem e comparem... a segunda está bem melhor, não? E porquê? Eu disse que o algoritmo de nitidez opera aumentando o contraste cromático entre os pixels. Ora, se a intensidade deste contraste for muito alta, a imagem original sofre grandes alterações logo de uma vez, perdendo-se muita informação. Se a intensidade do contraste for aumentando gradualmente, a operação vai sendo efectuada baseada em informação muito mais discreta, logo não se perde tanta informação ao longo do processo.
Rui Batista
Seleccionar um layer num documento
Num documento de Photoshop em que temos muitos layers, assim como muitas pastas com muitos layers dentro delas e queremos seleccionar um layer específico, mas não sabemos ao certo onde se encontra, temos de, com o cursor "seta" seleccionado, premir a tecla "Maçã" (nos macs) ou "Ctrl" (nos pcs) e com o rato clicar no "objecto", ficamos imediatamente com o layer seleccionado.
Por outro lado temos também a hipótese de fazer isso automaticamente:
Com o cursor "seta", na barra de ferramentas aparece uma caixa onde diz "auto select layer", se seleccionarmos essa caixa, sempre que se clica em cima do documento ele vai seleccionar o layer em questão.
Há ainda a hipótese de num dado local do documento sabermos quantos layers existem e irmos para o que nos interessa:
basta para isso premir a tecla "Ctrl" (nos macs), a tecla da direita do rato (nos pcs) e aparece-nos uma listagem de todos os layers. Neste caso é preciso ter o documento bem organizado e sabermos exactamente o nome do layer a que informação pertence.
Por outro lado temos também a hipótese de fazer isso automaticamente:
Com o cursor "seta", na barra de ferramentas aparece uma caixa onde diz "auto select layer", se seleccionarmos essa caixa, sempre que se clica em cima do documento ele vai seleccionar o layer em questão.
Há ainda a hipótese de num dado local do documento sabermos quantos layers existem e irmos para o que nos interessa:
basta para isso premir a tecla "Ctrl" (nos macs), a tecla da direita do rato (nos pcs) e aparece-nos uma listagem de todos os layers. Neste caso é preciso ter o documento bem organizado e sabermos exactamente o nome do layer a que informação pertence.
Arrastar mais de um layer para um documento novo
Se temos vários layers unidos com link (o pequeno ícone de corrente à direita do ícone do olho) e queremos arrastar todos para um outro documento, não vale a pena arrastar do floater de Layers pois só o layer arrastado fará a "viagem". A única maneira de funcionar é fazer o seguinte:
Depois de "linkar" os vários layers, seleccionar um que seja perfeitamente visível no documento. Seleccioná-lo "clicando" no seu nome.
Com a ferramenta de Layer (premir a tecla V), colocar o cursor sobre o documento e arrastar daí o layer para o documento de destino.
Todos os layer "linkados" irão agarrados.
Se não funcionar, verificar se a opção "Auto Select Layer" está ligada. Se está, desligá-la.
Rui Batista
Depois de "linkar" os vários layers, seleccionar um que seja perfeitamente visível no documento. Seleccioná-lo "clicando" no seu nome.
Com a ferramenta de Layer (premir a tecla V), colocar o cursor sobre o documento e arrastar daí o layer para o documento de destino.
Todos os layer "linkados" irão agarrados.
Se não funcionar, verificar se a opção "Auto Select Layer" está ligada. Se está, desligá-la.
Rui Batista
Drag&Drop de layers para o local certo
Se tivermos um layer (ou mais, unidos com link) que queremos arrastar de um documento para outro, normalmente, acabamos com o layer colocado no local onde o cursor estava quando largamos o botão do rato. Premindo a tecla Shift ao mesmo tempo que arrastamos o(s) layer(s), obtemos um de dois resultados:
- se os documentos são do mesmo tamanho, o(s) layer(s) ficam colocados no mesmo local em que estavam no documento original.
- se os documentos são de tamanho diferente, o(s) layer(s) ficam centrados no documento de destino.
Rui Batista
- se os documentos são do mesmo tamanho, o(s) layer(s) ficam colocados no mesmo local em que estavam no documento original.
- se os documentos são de tamanho diferente, o(s) layer(s) ficam centrados no documento de destino.
Rui Batista
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